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Natureza humana Análise 2003 Volume 3: 226-228 ( 24 de Março )
URL deste documento http:/ humano-nature.com/ comer/03/rhodes.htmlCrítica de um livro
Facial Atracção: Evolutivo, Cognitivo, e Social Perspectivas
Editado por Gillian Rhode e Leslie Um. Zebrowitz
2002, Capaz Edição, Westport, CT. ISBN: 1-56750-637-2Revisto por Tiago M. Doador, Ph.D.
Editado volumes são um imperfeito formato para o apresentaçãode conceitos, não o menor porque o seu finalidades variar. Por vezes eles tencionam simplesmente paraescrutínio o campo, outras vezes para síntese e adiantamento o campo. Eu prefiroo ex para disciplinas que por o seu carácter não são disposto alcançardecisivo afirmações ( filosofia, por exemplo). UM volume num empírico assunto,contudo, por meu julgamento quedas curto se aquilo fecha sem firma conclusões, senão no assunto a si próprio, pelo menos no estado do arte do seu estudar.
Facial Atracção faz escassear deste modelo,mas não para falta de sério dedicação ( especialmente agradecido são tal características comoo sumário mesa no capítulo 5). Embora por qualquer conta uma excelente ecompleto análise do importante praia do seu assunto, o volume autores sãofrequentemente em tal directo atrito que o leitor é desapontado que os editoresnão, na fim, proporcionar suficiente ajuda sobre onde a mais produtivoinvestigação avenidas mentir. Todos contribuição é persuasão, mas à medida que elas não pode todosser correcto, quem é vencer o dia?
Um óbvio colocação começar é com o pergunta, O que é “attractiveness”? A maioria escritores parecer inconsciente do problema, e como poderá ser impacto o seu investigaçãometodologia Que, o leitor pretende conhecer, é a mais defensiva conceptualization do focal fenómeno?
Frequentemente um autor foca-se claramente no estéticadimensão de “attractive,” tratados aquilo como sinónimo para “beauty.” Umrecursivo frase na livro é tudo “beauty está no ocular do beholder,” com o autores empreendendo argumentar quer este modelo com exactidão descrevesocial realidade. Elas alcançar contraditório conclusões. Capítulo 1 ( por AdãoRubenstein et al.) achados o maxim ser um “myth” que, por capítulo fim,é presumivelmente dispersar; António Pequeno e dele cia- autores no capítulo 3, contudo, vista o seu contribuição como “helping[] colocar beleza de volta a oocular do beholder.” Outro capítulos tomar intermédio posições.
Além de o estética, “attractive” pode recorrer a crusexual atracção, ou para mais comprido- cláusula relacionamento análises. Que espécie deatracção um tencionar determinará o adequado metodologia usar, edessa forma impacto o possível experimental resultados. Como apenas um exemplo, se umtencionar para investigar estética atracção, a orientação sexual dojuizes não assunto, enquanto que aquilo assuntos uma grande quantidade se um tencionar parainvestigar sexual ou relacionamento atracção. Ainda não estudar discutiu nestascapítulos controlado para que variável, apesar do facto que o seu relevância temsido relatório na atracção literatura ( doador, Colina e Jankowiak, 1989 ). Demasiado frequentemente experiência seguir o experimental convénio descrevido emGillian Rhode et al.’s Capítulo 2, em que elas simplesmente perguntar participante para “choose o mais atraente imagem sem operationalizing “attractive” com ninguémmaior precisão. Carolina Keating’s Capítulo 6 proporciona um actualizar excepção nessa a ela protocolos experimentado apreender o múltiplo determinados aspectosatracção ( mas ainda errs em assumir que atravessar- sexo julgamentos são dessa formanecessariamente “heterosexual”).
Michael Astuto et al.’s contribuição ( capítulo 7) ofereceum mais teórico sendo responsáveis por o multivalence de atracção. Estaadiantamento, contudo, vai unacknowledged na outro capítulos, sublinhando umdefeito do volume como um todo. Apenas um capítulo além de o editores, Karen Dionne Capítulo 8, fazer referência de qualquer outro capítulo, sugerindo queeles escreviam um cheque em isolamento de que o outro autores estavam a dizer. UM maisintegrado volume would ter resultado tido os capítulos respondido aoargumentações e alegações apresentado noutro lugar, permitindo o leitor ver como oconcurso conclusões podiam ser integrado num coerente apreciação doestado do arte nesta assunto, ou, se necessário, escolher entre ocompetindo modelos.
Outro alicerces perguntas podiam ser perguntado sobre a categoriado “attractive.” A maioria capítulos aqui convite é um objectivo propriedade dea cara e corpo; atracção é um qualidade que eles hão, e a tarefado experiência é para isolar as características dando levantar para este entendimento. Apenas alguns capítulos, incluindo Magnus Consultas et al.’s Capítulo 5, eespecialmente Carolina Keating’s Capítulo 6, considere quer atracção faznão em vez de emergir da subjectivo interacção do percebido e operceber, que parece o mais possível processo.
O real pergunta não é, Quem é atraente, mas antes, O qualé atraente copiar. Isto é, afinal de contas, como todos os experiência sãoconstruido, como respondente pessoal julgamentos. Alguém é atraente porqueele ou ela “fits” nalguns perceber com o necessita, expectativas ou desejos deo outro, e será a esse respeito que “there é alguém para cada um dos
Estas mesmo deficiências pode ser ilustrado por seguindo ofios do vários argumentações no qualidade de “averageness.” A ediçãoé quer um composto estímulo (e.g., vários fotografias fusão por váriosmétodos formar um imagem) não é juiz mais atraente do que o seu individualcontribuindo imagem. É; os editores identificar esta como um dos mais robustoconclusões no campo de. Que rubricar achando adequado estabelecido, a tarefa é pararefinar o método de modo a explicar os resultados. Aqui o consenso interrupções abaixo,e de novo, que parece estar um útil conceito contribuição é ignorar por todoso outro escritores na volume.
No capítulo 1 Adão Rubenstein e dele colegas endereço estafenómeno directamente. Eles afirmam o forte conclusão ( rejeitado por outrocontribuintes) que averageness “is o único característica descobridor até à dataisto é ambas necessário e suficiente assegurar facial atracção Elascontinuar argumentar que o fenómeno de achando averageness ser atraente é umresultado de mais geral cognitivo engenhos, e não tem necessariamente que ser foram directamenteseleccionado para por evolução. Rubenstein leva excelente dores clarificar que “average” meios “The cláusula ‘average’ ( mais com exactidão referido a como ‘averaged’ cara) refere apenas ao físico características de caras criado por média múltiplo individual caras juntos matematicamente UM matematicamente média cara não é média em percebido atracção
A confusão contra o qual ele é aviso é tudo de médiacomo protótipo e média como típico ou modal. A sugestão queesta distinção ser marcado como que entre o “averaged” e o “average” é simultaneamente útil e, por cada um dos de outra forma na livro, ignorar. Elas também tender paravacilação entre que elas significar pelo cláusula eles fazem usar. Por vezes é umprotótipo, mas outras vezes é apenas o típico. Capítulo 3, por exemplo,define “average” como “how de perto [ caras] assemelhar-se a maioria alheiocaras dentro um população que refere para típico, não protótipo. Capítulo2 especificamente refere para “average” como “the central propensão de umpopulação
A diferença pode ser crítico. Se um média cara éprototypical, o atraente ideal pode ser construido ausente do elementos decaras da local população sem necessariamente definindo em qualquer formar quena realidade existe ali. A esse respeito, um would esperar atracção julgamentosser universal ( que, em grande conta, elas são). Se em qualquer, o outro mão, ummédia atraente cara reflecte o população “central propensão depoisatracção julgamentos será específico ao grupo ( que não são, paraa mais parte. Nota o cercas).
UM protótipo abordagem também gera a previsão queamplamente diferente caras pode ser juiz igualmente atraente, porque, contudo excelenteo seu distância de um ao outro, elas são igualmente junto ao protótipo àcentro Por contraste, onde típico é que determina o atraente média,o que é importante é o relacionamento do individual cara ao agregar deo grupo, que would significar que esboçar would não ser média, e desta formanão atraente. De novo, o primeiro fits experimental dados melhor do que o segundo.
Aquilo assuntos, portanto, quer “average” é comprendido comoprotótipo ou típico, e esta distinção é perdido após o primeiro capítulo. Enquanto este volume apresenta todos os necessário dados identificar estas e outroproblemas na campo, aquilo faz pequeno resolver lhes.
Este livro será a maioria útil como bibliográfica recurso paraaquelas aproximando-se o assunto pela primeira vez, e como completo recapitulaçãodo chave posições sobre central investigação interesses no pergunta de físicoatracção Aquelas leitores hoping achar aquelas posições completo contraste, analisado, prioridades e mesmo integrado ficarão desapontados. Aquiloé plausível que esta limitação reflecte o real condição do assuntoárea, e nem todos as distracções do editores, mas um anteriormente, mais claro aviso deo conservador finalidades para o volume teria sido agradecido por estaleitor.
Referência
Doador, Tiago M., Colina, Elizabeth, & Jankowiak, Williams R., (1989). Género, Orientação sexual, e Verdade- de- Consenso em Estudos de Físico Atracção, Diário de Sexo Investigação. 262264():-271. .
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© Tiago M. Doador.
Citação
Doador, J. M. (2003). Análise de Facial Atracção: Evolutivo, Cognitivo, e Social Perspectivas editado por Gillian Rhode e Leslie Um. Zebrowitz. Natureza humana Análise. 3: 226-228.
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